quarta-feira, 18 de março de 2015

Embriologia


Fecundação

No ato sexual, o pênis ereto é introduzido na vagina e, com a ejaculação, os espermatozoides são liberados. Se deslocam auxiliados pelo movimento do flagelo e por contrações musculares da parede do útero e da tuba uterina, chegando atéo ovócito II. Apenas UM espermatozoide fecunda o ovócito II. A fecundação, portanto, ocorre na tuba uterina. 


Vamos falar sobre como OCORRE A FECUNDAÇÃO: Um óvulo é liberado de um dos ovários, aproximadamente, 14 dias antes do primeiro dia do peíodo menstrual iniciar e segue para uma das tubas uterinas. Se houver espermatozoides presentes, a fertilização ocorre e o óvulo fecundado é transportado até o útero. Já na ausência de espermatozoide, a fecundação não ocorre, logo vem a menstruação. 

  • Tem situações em que mais de um óvulo é liberado e fertilizado, então ocorre a gestão múltipla, ou seja, gêmeos bivitelinos. E os gêmeos univitelinos são o resultado da separação de um único óvulo fecundando em duas células independentes.
Porém, esse assunto dos gêmeos vai ser aprofundado mais pra frente. Irá ter um post detalhado sobre os gêmeos e tudo relacionado. Só citamos aqui para uma base.

  • OBS: Quando um casal não consegue ter filhos, é importante buscar orientação médica sobre o que pode ser feito. Duas das técnicas possíveis são a inseminação artificial e a fertilização in vitro
Inseminação Artificial: O sêmen é coletado em condições especiais, geralmente em clínicas de fertilidade e introduzido no útero na época de ovulação, por meio de métodos especiais.
Fertilização in vitro: A mulher faz um tratamento que estimula a ovulação e na data prevista para a liberação de ovócitos II, essas células são coletadas por um procedimento médico especial e colocadas em cultura. Os espermatozoides são depositados no mesmo meio de cultura, visando à fecundação. Vários zigotos são formados e iniciam a divisão celular. Depois de determinado tempo, o embrião atinge o estágio adequado para ser implantado no útero materno.

Notícias interessantes:

Fontes: LOPES, Sônia; ROSSO, Sergio; Bio : volume 2. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

terça-feira, 17 de março de 2015

Embriologia


Dando continuidade á Embriologia, vamos citar hoje sobre o sitema genital masculino e feminino. Para então prosseguirmos ao estudo da fecundação.

Sistema Genital Masculino


O sistema genital masculino consiste em: 
  • dois testículos: produzem os espermatozoides e também o hormônios sexual masculino (testosterona). Ficam alojados na bolsa escrotal ou escroto;
  • dois epidídimos: cada um, é um tubo único, associado a um testículo na bolsa escrotal;
  • dois ductos (ou dutos) deferentes: cada um partindo de um epidídimo, saem da bolsa escrotal e penetram na cavidade abdominal;
  • dois ductos (ou dutos) ejaculatórios: casa um deles na continuação de um ducto deferente;
  • uretra;
  • pênis;
  • glãndulas anexas: próstata, duas glândulas vesiculosas (vesículas seminais) e duas glândulas bulbouretrais

Sistema Genital Feminino


O sistema genital feminino consiste em:
  • dois ovários: responsáveis pela formação dos ovócitos e pela produção dos hormônios sexuais femininos estrógeno e progesterona;
  • duas tubas uterinas (trompas de Falópio ou ovidutos): condutos que vão desde a região do ovário até o útero;
  • útero: onde ocorre o desencolvimento embrionário e cuja parede descama na menstruação. 
  • vagina: estrutura que recebe o pênis durante a relação sexual e serve de saída para o fluxo menstrual e para o bebê no momento do parto natural. Existe uma membrana denominada hímen, que geralmente se rompe na primeira relação sexual da mulher;
  • vulva: genitália externa. Formada pelos grandes e pelos pequenos lábios, pela abertura da vagina e da uretra e pelo clitóris (importante para o estímulo sexual da mulher);
  • OBS: Ciclo Menstrual --> A menstruação é um fluxo de sangue que é liberado pelo revestimento interno do útero. Ciclo de geralmente 28 dias, ocorrendo de forma contínua a menos que seja interrompido por uma gestação ou pela menopausa. No início de cada ciclo, o útero se reveste internamente por um tecido vascularizado (o endométrio). preparando-se para receber o embrião que ali se desenvolverá durante todo o período de gestação. No caso do óvulo ser fecundado pelo esperma, ocorrerá a gravidez, sendo cessada a menstruação durante o período gestacional. Caso não ocorra, todo esse tecido será perdido através da menstruação.
Temos que estudar e entender tudo o que foi citado à cima, pois vai ser de grande ajuda nos próximos assuntos. Todos esses assuntos, um vai puxando o outro. Por isso necessita o entendimento de todos. Continuação no próximo post (fecundação). 


Fonte: LOPES, Sônia; ROSSO, Sergio; Bio : volume 2. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Embriologia

Gametogênese


Primeiramente, vamos começar a ter uma nocão sobre gametogênese, para então, irmos para embriologia. Alguns pontos devem ser ressaltados, e, entendidos para prosseguirmos. Como:
  • Mitose: É quando uma célula se dividi e forma 2 novas células com a mesma quantidade de cromossomos e geneticamente idênticas. 
  • Meiose: É quando uma célula diplóide (2n) formará 4 céulas háploides, com metade dos números de cromossomos, e geneticamente modificados. 





















  • Gametogênese = processo de formação dos gametas.
  • Os gametas masculinos, chamados espermatozoides = espermatogênese.
  • Os gametas femininos, chamados óvulos = ovogênese; ovulogênese ou oogênese.

       Espermatogênese: No saco escrotal, tem o túbulo seminífero. Onde, são formados os espermatozoides. (Imagem ilustrando) 

  • Fase de multiplicação ou germinativo: divisões celulares da espermatogônia por mitose;
  • Fase de crescimento: crescimento da célula = espermatócitos I (nessa fase, se acumula energia para fazer a meiose);
  • Fase de maturação: divisão dos espermatócitos I, formando, os espermatócitos II. E ao final da meiose, as espermátides (haploides).
Fase de diferenciação ou espermiogênese: sem divisão celular e com modificações na célula. 
(Abaixo, imagem ilustrando todo o processo da espermatogênese).

      Ovulogênese: Formação do óvulo.

  • Fase de multiplicação ou germinativo: Há mitose e formação de ovogônias (2n).
  • Fase de crescimento: As ovogônias crescem. Dando origem ao ovócito I (2n), e iniciando a meiose I, permanecendo até puberdade. 
  • Fase de maturação: No ciclo menstrual, geralmente um dos ovócitos I finaliza a meiose I, formando o ovócito II e o corpúsclo polar. O ovócito entra em meiose II, interrompendo quando é liberado do ovário. Se houver a penetracção do espermatozoide, a meiose II é finalizada, gerando o óvulo. 
(Abaixo, imagem ilustrando todo o processo da ovulogênese).
(Vídeo para melhor entendimento do assunto:)

Este foi um breve relato sobre a gametogênese. Em seguida, daremos continuidade à Embriologia.

Fonte: LOPES, Sônia; ROSSO, Sergio; Bio : volume 2. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.
http://www.youtube.com,br

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Protozoários


Protozoários e parasitoses humanas relacionadas


Os Protozoários são organimos unicelulares heterotróficos, ou seja, formados por uma uma única estrutura celular e incapazes de produzir energia sozinhos (através da fotossíntese). Pertencendo ao Reino Protista. Organismos que geralmente vivem em ambientes úmidos e aquáticos, com espécies de vida livre e outras parasitárias de invertebrados e vertebrados. 
Seu tamanho varia, podendo atingir até 1 milímetro de comprimento. A organização celular possui organelas bem desenvolvidas, como o vacúolo digestório, onde ocorre a fagocitose. Certos protozoários, tem uma região especializada na eliminação de restos da digestão intracelular, chamado de citoprocto.

Praticamente todos os protozoários reproduz-se assexuadamente por divisão binária, ou seja, a célular cresce até um certo tamanho e dividi-se ao meio, gerando assim, dois novos indivíduos. Porém, alguns rizópodes e esporozoários podem se reproduzir assexuadamente e acontecer a divisão múltipla. Onde, a célula multiplica o núcleo diversas vezes por meio de mitose, e depois fragmenta-se em várias pequenas células. (1º Imagem - divisão múltipla) (2º Imagem - divisão binária)

Classificação dos protozoários


A classificação dos protozoários é muito controversa. São classificadas baseando-se na maneira de locomoção, em quatro tipos:
  • Rizópodes ou Sarcodina: locomoção caracterizada pela emissão de pseudópodes. Exemplo: Ameba (causadora da doença Amebíase).
     
  • Flagelados ou Matigophora: locomoção ocorrece através de flagelos. Exemplo: Giárdia (Giardíase), Leishmania (Leishmaniose) e Tripanossoma (Doença de Chagas).
  • Esporozoários ou Sporozoa: São invertebrados unicelulares que vivem como parasitas, ou seja, não se movimentam. Exemplo: Plasmódio ( Malária).
  • Ciliados ou Ciliophora: Locomoção por cílios. Exemplo: Balantídeos (causador de desinterias).

Doenças causadas pelos protozoários - Protozooses


Logo a baixo, está citado algumas das doenças que são causadas pelos protozoários parasitas:
  • Amebíase: É causada pelo rizópode Entamoeba histolytica, que entra no organismo principalmente por meio da ingestão de água ou comida contaminadas. Sendo, alguns sintomas como: fadiga, cólicas abdominais, febre, vômitos, entre outros. (Imagem ilustrando o ciclo da E. histolytica)
  • Leishmaniose: Um dos tipos de leishmaniose (visceral ou tegumentar). Visceral: Causada pela Leishmania chagasi, transmitida pela picada do mosquito Lutzomyia longipalpis. Os cães também são atacados. Alguns dos sintomas são: febre, perda de apetite, inchaço do fígado e baço, entre outros. Tegumentar: Causada pela Leishmania braziliensis, transmitida pela picada do mosquito Lutzomyia. Alguns dos sintomas são: lesões na pele (feridas), destrói tecidos nas mucosas, entre outros. (Imagem ilustrando o ciclo da Leishmaniose)

  • Doença de Chagas: Causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, encontrado nas fezes de alguns insetos, tal como, "barbeiro". Alguns dos sintomas são: febre, diarreia, fadiga, dor de cabeça, irritação sobre a pele, entre outros. (Imagem ilustrando o ciclo do T. cruzi.)
  • Malária: Causada pelo Plasmodium (plasmódio), transmitidas pela picada de fêmeas do mosquito Anopheles. Há quatro espécies do gênero Plasmodium, sendo a mais grave P. falciparum. Os sintomas mais comuns são: calafrios, febre, delírios, dores de cabeça e musculares, entre outros. (Imagem ilustrando o ciclo do Plasmodium)



Fontes: LOPES, Sônia; ROSSO, Sergio; Bio : volume 2. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2010.